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O Super-Tio

“Sempre fui fanático por super-heróis"

Neto Lucon

Naruto, Son Goku, Pegasus, Chun-Li, Batman, Sailor Moon... Quem nunca sonhou ser um personagem de animes, filmes, games ou mangás? No universo cosplay, mistura das palavras "costume" (traje, fantasia) e "play" (brincadeira), o sonho pode se tornar realidade. 

E não importa a sexualidade, tipo físico ou a idade. Todos podem participar dos encontros e festivais, com direito a sala GLS, que ocorrem em todo o Brasil. Conheça um dos membros ativos que eu entrevistei para a revista Junior 18.

Perfil foi destaque na reportagem "Santa Fantasia",
da revista JUNIOR/18
No meio de crianças e adolescentes, o aposentado militar Andy Trevisan, de 48 anos, não se intimida. Vestido de Super-Homem, Homem-Aranha, Sheik do game Zelda ou Capitão América, ele realiza no cosplay um sonho de infância.

“Sempre fui fanático por super-heróis, principalmente os da Marvel. Quando me aposentei, resolvi montar um guarda roupa com trajes oficiais”, revela ele, que chegou a pagar 15 mil dólares pelo traje oficial de látex do Batman.

Morador de Taubaté, São Paulo, Andy foi convidado por um amigo a participar pela primeira de um evento temático em 2007, no Rio de Janeiro. E, logo de cara, ficou na quarta colocação do concurso. “Fui como Lanterna-Verde e surpreendi no improviso”.

Gay assumido, ele também chegou a criar um super-herói colorido chamado Proud para participar de festas LGBT. Aliás, ele afirma receber constantes cantadas de homens, principalmente pelas roupas colantes, mas garante que não as corresponder.

Quarentão no meio da garotada, ele não se sente desrespeitado ou ameaçado, mesmo diante das piadinhas. “Sei que, caso não seja o mais velho, sou um dos mais. Já ouvi gracinhas como Super-Tio, Clarck Frio... Nada ofensivo. O que eu faço? Do Super-Tio eu tive que ir, né?”, diverte-se.




Atualizado: No dia 22 de outubro, ele venceu com o cosplay do Fantasma a segunda edição do Rio ComiCon.

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