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La Prohibida, a drag espanhola

‘Prefiro as reivindicações do dia a dia’

Em junho de 2009, tive o privilégio de conhecer a drag espanhola La Prohibida. Ela foi a atração principal do “Prêmio de Cidadania em Respeito à Diversidade”, que ocorreu no Sesc Pompéia, em São Paulo.

O evento visava promover as pessoas, instituições e os projetos mais significativos do cenário político, social e cultural da comunidade LGBT. Lá, La Prohibida surpreendeu os convidados ao mostrar um talento pouco comum na categoria dublante: ela canta!

E dentro de um tubinho modernete, cantou seus maiores hits, como “Flash” e “Amor Elétrico”, e chamou o público para dividir o palco no fim da apresentação.

Durante o coquetel de abertura, conversei rapidamente com a Drag, que afirmou já conhecer o Brasil – tanto que morou em Niterói, Rio de Janeiro - e que considera os brasileiros quentes. Veja:

Você já conhecia o Brasil? Como define o público daqui?
Conheço, claro. Morei em Niterói durante três meses para estudar línguas. Gosto do povo e do público daqui. Os brasileiros são muito quentes (risos). Gosto do calor das pessoas, da alegria, da filosofia.

O que você acha de manifestações como a Parada do Orgulho gay?
Considero muito importante, é uma festa maravilhosa. Mas prefiro, mesmo, a reivindicação do dia a dia, aquela que não acaba no dia seguinte.

Em sua opinião, quais são os direitos que devemos correr atrás?
Na questão LGBT, noto muito preconceito com quem não faz parte da caixinha, com o homem afeminado, com o homem que faz maquiagem, com as travestis, as lésbicas masculinizadas e com os idosos. Isso é um absurdo.


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