LifeStyle

Betty Faria fala sobre teatro infantil

'Teatro ajuda a criança a aprender, a escolher, a discernir'
‘Sou uma avó encantada’

Giulia, Antônio, Valentina e João Paulo, os netos de Betty Faria certamente vão levar a maior herança que a atriz poderia dar: o incentivo à cultura. Sempre disposta, a artista é constantemente vista com seus pequenos em teatros infantis do Rio de Janeiro. Nos últimos tempos, Betty os levou para assistir “A Loja de Brinquedos” e “O Cavalinho Azul”.

Aos 70 anos, a atriz disse com exclusividade ao blog NLucon que a presença no teatro é importante para o crescimento e discernimento de toda criança. “Acho delicioso levar meus netos ao teatro. Sinto que eles se habituam a ver coisas boas, discernir o que agrada mais e aprender a escolher”, afirmou.

De acordo com a atriz, ela nunca foi a um espetáculo quando era pequena, mas compensou a bagagem cultural com filmes. “Assistia a filmes, muitos filmes... Meus netos também gostam de cinema e assistem a várias produções em casa. No teatro, preferem peças musicais com canto e dança”, revelou.

Entre as peças favoritas, ela destaca o musical “ABC do Corpo Humano”, de Carlos Thirè e Claudio Figueira. “Foi nosso favorito com músicas, canto e sapateado. Temos o CD, e as crianças adoram”, frisou.

Ao tentar se definir como avó, a atriz declara: “Sou uma avó encantada, amorosa e rigorosa quando é preciso. Não faço comida gostosa, pois não cozinho. Só ovo mexido e queixo puxa-puxa com banana”, disse com bom humor.

Betty está em cartaz com a peça “Shirley Valentine”, no teatro Clara Nunes, na Gávea, Zona Sul do Rio. Seu último papel na televisão foi na novela “Uma Rosa com Amor” (SBT), no ano passado.

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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