Pride

Cher critica “cura gay” e Marco Feliciano: “Ele se considera cristão?”


Maior diva gay da história, Cher se pronunciou na última sexta-feira [21] contra o projeto de lei conhecido como “cura gay”. Em seu Twitter, a cantora foi questionada pelo grupo GayCourageBr se sabia o que estava acontecendo no Brasil e declarou que o deputado Marco Feliciano – presidente da Comissão de Direitos Humanos - é “horrível”.  
“I know! Horrible Marco Feliciano. Wants 2make being gay a “sickness!” He calls himself a CHRISTIAN? Bullshit!”, escreveu a artista, cuja tradução é “Eu sei! Marco Feliciano é horrível, quer que o gay seja considerado um doente! Ele se considera cristão? Que grande besteira”.

As palavras de Cher ao público brasileiro receberam mais de 1.200 retweets. E ela, que fará uma aparição na Semana do Orgulho Gay de Nova York, no dia 27 de junho, declarou ainda que os fãs gays são sempre os mais legais.
Além disso, a artista de 67 anos se prepara para voltar as paradas de sucesso. Ela acaba de lançar o single Woman’s World e lança no dia 24 de setembro o álbum Closer To The Truth. Em recente texto do NLucon, Cher foi apontada com a maior diva gay da história da música. Quer ler? Clique aqui.
SOBRE O PROJETO
Conhecida como “cura gay”, a proposta do deputado João Campos [PSDB-GO] causou polêmica no Brasil ao querer alterar a resolução do Conselho Federal de Psicologia [CPF], que proíbe psicólogos de tentarem mudar a orientação sexual de uma pessoa, com a única razão de a homossexualidade não ser considerada doença desde 1985. Para ele, gays que querem deixar de ser gays devem receber orientação de um profissional. 

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About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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