Realidade

Anderson Silva se empolga e dá 'beijinho' em Chris Weidman: 'Acabou rolando'


O lutador Anderson Silva surpreendeu muita gente nesta sexta-feira [5] na pesagem para o UFC Fan Expo, no Mandalay Bay. Tudo porque, no momento em que encarava o adversário, o atleta brasileiro se empolgou e praticamente deu um "beijo" no norte-americano Chris Weidman.

Ao ver a cena, que em outros momentos terminou em pancadaria, Dana White separou os lutadores com um sorriso e perguntou: “Você gostaria de beijar o Anderson?” Weidman brincou: “Ele tem belos lábios", garantindo que atleta é o cara. "Mas agora é minha hora de brilhar. Amanhã a noite vocês verão a história ser escrita”.

Sem demonstrar preocupação com a bitoca, Sypder disse que não teve a intenção de encostar os seus lábios na boca do lutador. “Não quis beijar ninguém. Ele deu uma encarada, eu dei a encarada e aí encostou. Acabou rolando. Não quis beijar ele, não [risos]”.

Apesar de o momento não querer dizer nada na vida pessoal deles – que são heterossexuais - trata-se de um beijo entre iguais encarado com espírito esportivo, um beijo “gay” exibido pela tevê, acompanhado por torcedores machões e em um ambiente de extrema agressividade.

Ponto para Anderson e Chris que souberam se livrar do machismo, encarar com naturalidade uma empolgação e não reproduziram agressividade fora do ringue - que por sinal é palco de cenas homoeróticas quentíssimas. Deixaram a luta entre eles muito mais interessante...


Vale lembrar que Anderson - que é casado e pai de seis filhos, já declarou anteriormente: "Sou metrossexual assumido, e já disse, sim, que o mundo é gay, mas não o meu (risos). Não tenho nada contra os gays". Tá certo!

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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