Pride

No dia da Parada LGBT de São Paulo, marque-se com as cores da bandeira trans



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Azul, branco e rosa. Esta são as cores da bandeira trans. E fazem parte do convite da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para que todos os participantes pintem os seus rostos em solidariedade à população de travestis, homens trans e mulheres transexuais e em repúdio à transfobia.

+ Caminhada pela Paz marca luta histórica contra a transfobia


Nesta sexta-feira (12) foi divulgado o vídeo “Marque-se”, dirigido por Mike Almeida, em que mostra dados da transfobia no Brasil e a representação da violência contra travesti, interpretada por Paloma Castro, e um homem trans, interpretado por Erick Ribeiro.

No vídeo, eles são agredidos por transfóbicos, exibem suas marcas e, ao fim, se encontram num mesmo espaço. A legenda aponta: “Infelizmente nem sempre um reencontro é possível”. E depois mostra várias pessoas, cis ou trans, pintando os seus rostos com as cores da bandeira trans, ressignificando as marcas. “Certas ações deixam marcas profundas. Marque-se”

A ação foi pensada pelo Núcleo GT da Juventude e foi exposta em uma das reuniões da Parada. Neste ano, após várias reivindicações, o 20º tema vai ser voltado pela primeira vez para a letra T: “Lei de Identidade de Gênero Já – Todos Juntos Contra a Transfobia”. Gostou? Então prepara-se e se marque.

Assista: 



MARQUE-SE
Certas ações Deixam Marcas ProfundasMARQUE-SE !No próximo Domingo dia 14/02/2016 venha deixar sua marca no Bloco da Diversidade. Fervo também é luta!
Publicado por Parada do Orgulho LGBT de São Paulo - APOGLBT em Sexta, 12 de fevereiro de 2016

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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