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1ª trans na Casa Branca, Raffi Freedman-Gurspan facilitará diálogo com LGBT



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Depois de atuar como diretora de recrutamento do escritório de Barack Obama em 2015, Raffi Freedman-Gurspan será a responsável pela comunicação entre a Casa Branca e a comunidade LGBT e também atuará como diretora associada de engajamento político, informou o BuzzFeed.

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O novo cargo é apontado como importante para o contato entre os grupos LGBT e Washington, na promoção de direitos LGBT, sobretudo na visibilidade positiva para a comunidade trans. Ela é a primeira transgênera a ocupar um cargo de liderança na Casa Branca. 

Tanto que a nomeação de Raffi, que atuava como consultora política no Centro Nacional de Igualdade Transgênero e diretora legislativa na Câmara de Representantes de Massachusetts, foi comemorada por ativistas e grupo de militância transgênero nos EUA.

"O presidente diz querer que sua administração se assemelhe a América, e eles se mobilizaram para incluir transgêneros americanos. As qualidades e a personalidade de Raffi fazem dela a escolha ideal para esse importante cargo", declara Mara Keisling, a atual diretora executiva do Centro Nacional para Igualdade Transgênero.

O vice presidente sênios de políticas e assuntos políticos da ONG LGBT Human Rights Campaign, JoDee Winterhof, também declarou que trata-se de um marco histórico. "Nós acreditamos que a decisão da Casa Branca em reconhecer a liderança de Raffi, assim como a importância de ter uma liderança transgênera desempenhando importante papel para a comunidade, é inovadora".

Anteriormente, somente héteros cis, gays cis e lésbicas cis assumiram o papel na comunicação.

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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