Pop e Art

MC Xuxú fica nua, dança e canta “Eu fiz a Chuca” em novo clipe cheio de emojis



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MC Xuxú está de volta. E o mais novo trabalho – o clipe “Eu fiz a Chuca”, lançado no domingo (27) – tem deixado os fãs animadíssimos e enlouquecidos com tamanha “ousadia”. É o quinto clipe da funkeira.

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De acordo com a dicionária Aurélia, lançada em 2006, “chuca” refere-se ao ato utilizado para limpar o reto – "fazer a chuca para não passar cheque". Já “cheque” refere-se aos restos de fezes que borram a cueca, calcinha ou o órgão sexual do parceiro.

Sim, um assunto que pode ser considerado tabu ou pesado, mas que Xuxú optou pelo bom-humor e pela leveza. 
Colorido, com emojis e outros elementos da animação gráfica, Xuxú aparece no clipe nua (!!!), sentada na privada e, claro!, fazendo a chuca babadeira.

Depois, sai toda cheirosinha ao encontro do seu negão e acaba caindo no batidão com crianças e mulheres que percorrem o caminho. 
A gravação começou em dezembro de 2015 no bairro Santa Cândida, periferia de Juiz de Fora, onde ela foi inicialmente acolhida.




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Para o novo clipe, ela selecionou uma nova versão da música, que já é sucesso em seus shows desde 2011. O remix lacrador escolhido foi do DJ carioca Rody, que é oficial da rainha do bumbum Gretchen. Uau! 

Ela revela que a obra envolveu 15 pessoas, que arrasaram no resultado com o orçamento de R$400. E que neste ano espera receber apoio e recursos em leis de incentivo e editais. 

Então, como canta Xuxú, anotem aí: "Pra não passar vexame, pra não dar caô, fiz uma chuca babadeira pra tirar todo tô-tô-tô-tô, tô cheirosinha, taradinha pra você. Quem tem pena é galinha, mostra o que sabe fazer". Sucesso!

Assista abaixo!


About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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