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Secretaria da Saúde de SP reafirma respeito ao nome social de travestis e transexuais

Durante a semana do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo publicou uma nota no perfil oficial no Facebook em que reafirma o compromisso de respeitar a identidade de gênero e o nome social de travestis, mulheres transexuais e homens trans. 

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Ou seja, que trata travestis e mulheres transexuais com todos os artigos e pronomes femininos, bem como respeita o nome que a própria pessoa escolheu. E trata homens trans com todos os artigos e pronomes masculinos, bem como o nome em que ele é conhecido socialmente.

“Com o nome social no cartão SUS, a rede pública de saúde cria um ciclo de respeito às transexuais que têm o acesso à saúde e sua identidade de gênero garantidos”, diz a nota, cuja imagem mostra a frase “Mas você nasceu menino” riscada e também a frase “O SUS garante o direito de ser mulher. A rede oferece nome social e hormonioterapia”.

Bem como informa a Secretaria, São Paulo é a primeira cidade do país a oferecer hormonioterapia na rede público e tem o maior orçamento para políticas LGBT da história do país. “O tratamento com hormônios busca induzir o desenvolvimento de características sexuais secundárias compatíveis com a identidade de gênero da pessoa. A linha de cuidado da hormonioterapia está disponível nas nove Unidades Básicas de Saúde (UBS) do centro da capital, já que em torno de 70% desta população reside na região”.

A postagem contou com quase 500 curtidas, 300 compartilhamentos e centenas de comentários.

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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