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Festa “Don’t touch My Hair” enaltece cultura negra e LGBT em São Paulo



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Quem for curtir a Parada do Orgulho LGBT em São Paulo neste domingo (29) não pode perder o lacre que vai rolar às 19h: a festa “Don’t touch My Hair” com o tema “A Parada vai ficar Preta”, na The Sensation.

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A feste tem a proposta de enaltecer a cultura negra e, nesta edição, faz das miga, das mina e das monas, rainhas. “A proposta é atrair todos, mas principalmente a comunidade LGBT”, diz o realese.

A Festa DTMH é pensada e produzida por um grupo diverso de mulheres, em sua maioria negras, que se uniram para proporcionar uma festa badalada que enaltece a cultura negra no cenário de São Paulo. Ela preza por estilos musicais como R&B, Soul, Pop, Jazz, Hip-Hop, Dancehall jamaicano e por trazer cantoras negras.

O evento reúne a atmosfera ideal para quem curte dançar e se divertir e se identifica com a cultura negra e também LGBT. Nas pick-ups estarão a DJ Luana Hansen, que também se apresenta na parada e traz muito R&B, MPB e Soul para a pista, a DJ Bad$ista que vem ganhando espaço na cena bass e promete colocar todos pra dançar. E também Eric dos Palmares. 



Entre os intervalos discotecam as integrantes da organização Jamille e Regiane que sempre no fim da festa mandam aquela playlist nostalgia. Vai ser impossível ficar parado!

SERVIÇO:
 Don´t Touch My Hair - Edição Kbela
Data: 29 de maio de 2016 Local: The Sensation - Rua Rego Freitas, 56 (próximo ao Arouche).
Horário: 19h às 01h. Preço: 15 reais (entrada somente em dinheiro).
Facebook: https://www.facebook.com/donttouchmyhairafesta/
Instagram: @donttouchmyhairafesta

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

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