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Colégio federal no Rio começa a aceitar nome social de alunos e alunas trans


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O colégio Pedro II é o primeiro no Rio de Janeiro a comunicar oficialmente que respeita o nome social e a identidade de gênero de travestis, mulheres transexuais e homens trans, desde o decreto assinado pela então presidenta Dilma Rousseff. Os pais foram informados por meio de um comunicado da unidade, que fica na Tijuca.

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Agora, alunos e alunas trans poderão ter seus nomes sociais – ou seja, aqueles que as pessoas conhecem socialmente em detrimento do RG – respeitados nas chamadas, listas, além de poderem usar o banheiro de acordo com a sua identidade de gênero. E isso independente da autorização dos pais.

O uniforme também passará a ser utilizado de acordo com a identidade de gênero do aluno. E mostra uma transformação no colégio, que há dois anos proibiu que uma aluna trans usasse saias nas aulas e exigiu que ela vestisse uma calça.

Em entrevista ao Brasil Post, o reitor Oscar Halac frisou que não incentiva o uso do nome social, mas que respeita e acata o decreto 8727, referente ao nome social assinado pela então presidenta Dilma Rousseff no dia 28 de abril.

A especialista em educação do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Márcia Acioli afirma que o respeito ao nome social na rede de ensino faz com que alunos e alunas trans se sintam respeitados e apresentem melhora no aprendizado. Afinal, uma das causas de evasão escolas da população trans é o preconceito e a discriminação.

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