Pride

"Diante do ódio, disque 100", diz campanha com ativistas LGBT


Lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais e homens trans participaram da campanha “Nós, por exemplo”, do Grupo Gay da Bahia e com o apoio da Embaixada do Canadá no Brasil. A ideia é incentivar as denúncias contra a LGBTfobia e limar o preconceito.

Os militantes João Hugo, que é homem trans, e Milenna Passos, que é mulher trans, participam da campanha, reafirmam suas identidades de gênero e dão visibilidade a população trans que sofre com a transfobia em diversos espaços.

“Eu nunca vi uma campanha sobre LGBTfobia na Bahia com um homem trans. E é importante que as pessoas saibam que existimos, que se informem e combatam a transfobia. Fazemos parte de uma população que sofre muito com a violência e que em muitos momentos deixamos de denunciar. Mas nós precisamos denunciar, ocupar espaço e lutar contra a LGBTfobia para que um dia ela acabe”, declarou João Hugo ao NLUCON.

Circulando pelas redes sociais, publicidade em ônibus e em jornais, o material diz que a pessoa vítima de LGBTfobia se lembre de pedir ajuda ao Disque 100, que é ligado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Em entrevista ao Correio 24horas, o presidente do GGB Marcelo Cerqueira falou que o grupo também ajuda nas denúncias e acompanha vários casos de violência física, verbal e moral. Sobre a campanha, ele disse que a "ideia é colocar gente de verdade na campanha, a prioridade é colocar a cara de ativistas".

Confira alguns cliques:






Assista: 

About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

1 comentários:

Telmo Kiguel disse...

Estas Condutas Discriminatórias não diminuirão por não haver interesse em prevenção:
http://saudepublicada.sul21.com.br/2016/09/18/condutas-discriminatorias-precisam-de-diagnostico-compativel-com-o-crime-defende-psiquiatra/

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