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Policial acusado de matar travesti Danielly Barbie em Mogi está preso


O policial militar George Silva, de 29 anos, acusado de ter assassinado a travesti Danielly Barbie, em Mogi Das Cruzes, no dia 25 de junho do ano passado, está em prisão preventiva, no presídio Romão Gomes, em São Paulo

Aos 24 anos, Danielly foi morta a tiros entre as ruas Princesa Isabel de Bragança e Coronel Souza Franco no Centro, após sair de um hotel com o policial. Câmeras de segurança registraram o momento do crime.

Pouco depois, o policial chegou a ser preso em sua casa em Mogi das Cruzes por causa de um mandado de busca e apreensão. Mas foi liberado depois de uma audiência de custódia.
A vítima e o acusado são vistos em câmeras
dentro e fora do hotel

“Diversas diligências foram empreendidas e executadas, tais como oitivas de testemunhas, coleta de dados, análise de laudos periciais, requisições periciais, coletas de imagens. Todo um conjunto probatório que indica que o suspeito praticou o crime de homicídio contra a vítima”, disse o delegado ao G1.

George foi preso em sua casa pelos policiais da Delegacia de Homicídios. Eles encontraram roupas e munições. “São semelhantes ao projétil, ao estojo, encontrado no local do crime da vítima Danielle Barbie. Será feito exames de balística e o inquérito continua para ter fim e futura prisão do suspeito”.

Além disso, a corregedoria da polícia militar disse que o policial ainda responde por um processo administrativo, o que pode culminar na expulsão dele da polícia.

Na época, ativistas locais fizeram um ato público contra a violência LGBTfóbica e em memória à Danielly. “Não podemos descartar que tal crime bárbaro possa ter motivações de intolerância e discriminação em razão da identidade de gênero da vítima. Estaremos acompanhando as investigações com a Polícia Civil e cobrando das autoridades medidas de segurança, disse Alexandra Braga, do Fórum Mogiano LGBT.

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