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T. Brant revela ser homem trans, retifica o nome e passa a limpo polêmicas do passado


Por Neto Lucon
Fotos: Gabriel Mendes e Rafael Machado
Revisão: Rose Castilho


Quando o modelo T. Brant surgiu na mídia em 2013, aos 20 anos, era anunciado como “a patricinha que parece menino”, “a mineira que age como menino” e participou de programas sensacionalistas, nos quais declarou “me chame como quiser”, o que reforçou estigmas, fez com que ganhasse fãs e passasse a ser visto como prejudicial a alguns grupos.

"Foi minha mãe quem me rebatizou"
Dentre eles, o grupo de homem trans – que hoje T. Brant defende e do qual diz ser pertencente. “Sou homem trans, vou ser feliz”, disse ao NLUCON, com entusiasmo, em entrevista exclusiva.

Uma das bandeiras levantadas agora é justamente o respeito pela identidade de gênero (que ele seja tratado como o homem que é)– e que respeite o nome social masculino (o novo nome). Ah! E não é por acaso que nós nos referimos a ele como “T.” Brant, até que ele fale o seu nome social ou de registro retificado.

Apesar de algumas falas problemáticas, T. Brant teve um processo de autoconhecimento e amadurecimento como muita gente. A diferença é que suas descobertas e declarações ainda inexperientes tiveram grande visibilidade na mídia sensacionalista. Iniciou a hormonioterapia entre os 19 e 20 anos, fez a cirurgia que masculiniza o peitoral dois anos depois e teve apoio dos pais. Ao mesmo tempo, aceitar-se homem trans foi doloroso. Um processo interno, de reclusão e espiritual.

Aos 24 anos, T. está no Rio de Janeiro, trabalha como modelo e almeja trabalhar como ator. Ah! E ele também tem mandado vivências para ajudar a autora Gloria Perez a escrever algumas situações do personagem homem trans na novela Força do Querer -  com a qual ele não tem nenhum contrato para atuar. Com o NLUCON, T. foi descontraído, falou com sinceridade sobre as polêmicas e revelou sem medos algumas curiosidades sobre sua vida, bem como decidiu seu novo nome.


Que ele é lindo, maravilhoso, gostosão e um “pãozinho” (leia e entenda) todo mundo sabe – e sim, temos fotos EXCLUSIVAS para a gente babar - agora vamos falar sobre conteúdo. E um conteúdo contra a transfobia. Também temos um texto feito por ele nesta matéria. Segundo T., foi a “primeira entrevista que ele gostou de verdade”. Esperamos que vocês também gostem.

- Vi que você encontrou o escritor João W Nery, considerado o primeiro homem trans operado no Brasil? Como foi esse encontro?

Ao fazer o vídeo com Lucca Najar (YouTuber trans) em Belo Horizonte, vi que João defendeu o meu posicionamento, mesmo sem me conhecer. Ele entendeu quais eram os meus propósitos e fez um texto. Então, eu quis conhecê-lo pessoalmente. É claro que eu já o conhecia, já escutei falar, assisti, mas nada que me aprofundasse muito na história dele. Estando no Rio, entrei em contato e disse que queria bater um papo. Falar sobre o meu posicionamento atual.

- E o que vocês conversaram?

Ele é um doce de pessoa e foi pontual. Disse: “Se o seu posicionamento é esse, de lutar pelos homens trans, se você sabe o que quer, o que você é, lute por isso”. Incentivou-me a correr atrás do meu ideal em prol da minha causa.

"João disse que muita gente está ligada na
estética, mas que beleza passa"
Ele também falou do passado dele, disse que era um cara atleta, todo bonitão – não que ele seja feio - e que hoje está na terceira idade. Que tem muita gente ligada na estética, mas esquecendo que a beleza passa. O que fica são suas escolhas, uma vida saudável. Sou um cara vaidoso, confesso. Mas tenho em mente que tudo é resultado da vida regrada que levo.

- Sei que muitos homens trans vão me criticar pela entrevista. Você sente que muitos te rechaçam?

Eu compreendo o fato de algumas pessoas não gostarem de mim pelas coisas que eu já disse anteriormente, das quais não me orgulho. Mas tenho muitos fãs que me adoram e apoiam o meu posicionamento, mesmo sem ter mais "explicações ". Eu sei que no passado fiz discursos controversos na mídia, mas eu dizia o que ocorria comigo, sem ter a consciência de que poderia falar por todo um grupo. Nem eu mesmo entendia o que acontecia comigo naquele momento, e ao mesmo tempo a mídia queria que eu desse entrevistas, falei várias coisas e acabei atingindo algumas pessoas. Não conseguia transmitir o recado que eu queria passar, pois o tempo todo o que ficava era o sensacionalismo. E eu não tinha controle.

- Tem alguma coisa de que você se arrepende?

Tudo o que eu falei ajudou a ser quem eu sou hoje. Mas me arrependo de ter dito que não mudaria o nome, “que sempre vou ser Tereza”. Tereza foi parte de mim, mas para me reencontrar comigo. O processo de mudança dos documentos já está em andamento. Para os fãs, vou ser Tereza até estar com esse ajuste na lei, no momento certo.

- Então você não vai mais se chamar Tereza?

Não. Esse ajuste chegou no momento certo, de me reposicionar no meu lugar. Então, no Natal de 2016, já estando mais esclarecido, falei para os meus pais: “Estou incomodado por me chamarem de ela. Não sou ela, sou ele. Eu sou ELE”. Pedi para meus pais escolherem meu novo nome. Conversei com a minha mãe, que demorou 10 anos para me gerar e teve muito sofrimento. Foi ela quem me rebatizou, depois de pensar com muito cuidado e carinho. “Vocês viram uma menina nascer, mas sou um menino”. E me acolheram até com um novo nome.

- E qual é o seu nome?

Bem, eles me rebatizaram com um novo nome masculino, evidente. Só minha família está me chamando assim por enquanto. É por isso que no meu perfil só está com T., porque é um nome com "T". E, só para vocês, vou dizer que será um nome composto. Será T. e mais outro nome, porque é uma tradição de família. [T. contou em off  qual é o nome e pediu que mantivéssemos em segredo para qe, assim que quiser, ele conte. Perdoem leitores, mas vamos respeitar o entrevistado, tá?]


- O que levava você a ter aqueles discursos tidos até como transfóbicos?

Na minha fase de mudanças, vivi numa cultura machista, observando esse machismo em minha volta. Peguei um pouco disso e desse preconceito. Eu vivia aquele drama, tinha preconceito comigo, queria mudar, mas não tinha embasamento o suficiente para falar “sou um homem”. Quando a mídia veio, eu não estava preparado. Assim como nem todo homem trans está preparado logo de cara. A gente vai descobrindo aos poucos. E também não estava preparado para um milhão de pessoas e coisas que aconteceram na minha vida. Eu até queria ajudar, mas não conseguia nem me ajudar. Para mim, era o melhor que eu estava fazendo, estava pensando em mim, mas não pensei nesse efeito.

- O que você acha hoje das participações de programas como o Pânico?

Se eu pudesse, faria diferente. Não me arrependo, mas não me deixaria ser tão manipulado pela mídia como fui. Eu me senti um fantoche. Usaram do sensacionalismo sobre um caso atípico, um caso diferente, e eu me deixei ser usado, porque eu não sabia a proporção que aquilo tomaria. Descobri que a mídia tem o hábito de distorcer o que falamos. São coisas que não dá para voltar atrás, mas que eu vou reconstruindo aos poucos. É um "passar a limpo" que demanda tempo. Hoje, eu me importo em como ajudar as pessoas.

- O que mudou?

Evoluí como pessoa. Naquele momento eu não queria estar numa caixa, como todo mundo, e também não queria levantar uma bandeira sem ter a certeza do que eu era. Então, comecei minha busca incessante pelo autoconhecimento. Eu fui vivendo a minha vida, vivendo uma mudança interna, tendo que lidar com as questões externas. Mas, sinceramente, consegui me encontrar quando tive fé e conheci a doutrina espírita. Compreendi a vida de uma forma mais ampla. 

Fiquei só comigo, pensando que tudo isso não foi por acaso. Foi um período de transição bem silencioso, fiquei dentro de mim. E que se era para desempenhar um papel de transformação na sociedade, que fosse pelo meio artístico – porque eu amo ler, escrever, dançar, cantar. Amo a música e as várias formas com as quais eu possa me expressar: modelar, atuar... E, hoje, o dom de poder ajudar as pessoas me move. Cada um tem o seu momento.


- Vi num vídeo que você mudou o discurso de que “Não vim para explicar, eu vim para confundir. E que agora veio para “explicar e não confundir”. O que você quer explicar?

Não é bem explicar, é uma questão bem mais delicada, sobretudo analítica. Eu quero que as pessoas se vejam, se reconheçam, antes mesmo de se rotularem. Gostaria de ajudar as pessoas de uma forma que eu não fui ajudado. Eu passei por um período X de mudança, e nesse tempo eu achava que fosse o único que tinha essa história para contar. Hoje percebo, somos mais do que mil, somos um. Eu gostaria de continuar na mídia mais pelos direitos humanos, pois sempre gostei do ser humano em si. Gosto das pessoas antes de julgar o exterior delas. 

A mídia me rotulou com esse discurso: “Não vim para explicar”. Mas eu vim mesmo para auxiliar. De confusão já basta a que o mundo vive. Hoje eu entendo que os rótulos são feitos direcionadamente a uma mútua organização, para as pessoas saberem conviver umas com as outras, respeitando.

- E como você se identifica hoje?

Eu me identifico homem trans. Eu fiz a mudança, e não quero que as pessoas me vejam mais como “a menina que virou menino”, eu quero que elas me respeitem pelo homem que eu sou. Eu quero que elas me respeitem como qualquer outro homem, pois é neste lugar que eu me enquadro. Antes eu estava reprimido, mas hoje eu grito “sou homem, foda-se e acabou. Sou homem trans, feliz e é o que importa”.

- Por que demorou tanto tempo para falar que era homem trans? Foi difícil sair esse termo “homem trans” da sua boca?

Existiu uma cobrança, e eu me sentia muito pressionado. Eu pensava: Não vou me importar com isso, me desviava das críticas. Eu não dava certeza, porque estava me descobrindo e ao mesmo tempo a mídia querendo respostas. Não foi difícil falar "homem trans". Foi difícil me assumir. Foi difícil o processo de aceitação da forma como aconteceu. Eu me culpo por não lidar de uma outra forma. Mas como eu iria lidar de outra forma, se eu precisava desse amadurecimento? Vivia achando “sou melhor, sou o mais, mas não sou homem”. Vários caras trans passam por isso também, até chegar o momento que são dotados da compreensão e humildade necessárias para dizer que se assumem como homem, até se comportarem como tal. Independentemente de ser trans ou não.


- Algumas pessoas dizem que você mudou o discurso pela possibilidade de lucrar com essa pauta e entrar na novela da Gloria Perez, que vai abordar homens trans. Isso tem um fundo de verdade?

As pessoas julgam sem saber o que acontece na realidade. Apesar do meu sonho de ser ator, independentemente do papel, não mudaria a minha postura por isso. Eu não mudaria quem eu sou por um papel. O que aconteceu é que eu me vi no dever de aceitar, e de comunicar o meu público, porque eu quis contar. Foi uma parte natural da minha mudança: é isso que eu sou e quero fazer por eles. Estou realmente em contato com a Gloria (Perez, autora), mas isso não tem relação com o fato de eu me dizer homem trans. Nenhuma relação.

- Como está sendo o contato com ela?

Estou fazendo laboratório com a Gloria, estou mandando as minhas vivências para ela assimilar alguns fatos, talvez ajudar a construir situações na novela. Isso a mídia sabe, né?

- Mas esse personagem não será feito por você, por exemplo. O que achou de ela escalar uma atriz cis para o papel de homem trans?

Pelo pouco que conheço da Gloria, ela é esclarecida, é uma autora de peso, e sabe o que está fazendo. Não questiono nem meu pai. Então, acredito que ela tenha em mente o roteiro que está bolando para essa trama ser bem-sucedida. Quem sou eu para questionar o papel que ela escolheu? O meu papel é atuar, não é questionar o trabalho do outro.

- Você vai estar na novela?

Tenho interesse como ator em estar na novela, sim. Mas não tenho nenhum pedido de contrato. Nada certo.

- Mudando de assunto e já pensando na mudança de discurso. Qual é o principal direito que as pessoas trans estão indo atrás hoje em dia?

Principalmente a luta pelo reconhecimento pela identidade de gênero, mas engloba muita coisa. O direito de fazer tratamento com saúde integral, a retificação do nome no cartório, o combate à transfobia que ocorre todos os dias. É um quadro que eu pretendo ajudar, porque eu estou vivendo isso hoje. Entrei recentemente com o processo para a mudança de nome e fiquei espantado com a burocracia, porque eu também estou à mercê de tudo isso.

- Já sofreu transfobia?

Você me lembrou uma pergunta que uma jornalista me fez: se o fato de eu ser bonito me livra de sofrer preconceito (risos). Eu não me acho bonito, eu gosto de mim. Mas já sofri preconceito, sim. “Aquela menina que virou menino”, “maria João”,”sapatão”. A gente tem que fazer algo para abolir esse tipo de coisa. E também já ameaçaram de me bater. Tinha uma época em que eu fazia festas e me disseram que tal pessoa estaria lá esperando para me bater. Nunca aconteceu, mas é o tipo de risco e ameaça que ocorre, porque a sociedade é transfóbica.


- Quais são os seus cuidados com a saúde no geral após a hormonioterapia?

Muitas pessoas não têm consciência disso. Mas o processo hormonal pode ser perigoso, porque mexe diretamente com a sua estrutura vital. Eu me cuido demais para que ele tenha um efeito benéfico e que não me prejudique com o passar dos anos. Além disso, eu não fumo, não bebo, não uso drogas e tenho uma alimentação balanceada, direitinho, nada de excessos. Estou fazendo o tratamento há quatro anos, nesse mesmo ritmo. Como seria daqui 20 anos se eu não me cuidasse? Bom.. provavelmente não estaria aqui para contar.

- Na mídia, sempre sai que você namora mulheres. Mas alguns meninos já me contaram que depois da hormonioterapia começam a olhar os homens diferentes, isso aconteceu com você?

Eu sempre gostei do ser humano, embora tenho preferência por mulheres. Você acredita em reencarnação? Bem, acho que já trouxe isso tudo da minha vida passada, que era um homem e que tinha predileção por mulheres. 

T e Thalita Zampirolli: muso e musa trans
Sabe o que é: eu gosto dos detalhes, de descrever uma coisa simples, que é mexer no cabelo. A mulher é fantástica. E claro que quando eu falo mulher eu também englobo as mulheres trans. Eu sou muito amigo da Thalita Zampirolli (musa trans) e ela é meiga, doce, linda... Só não fico com ela porque somos muito amigos, e iria atrapalhar...

- Tem alguma história bonitinha para contar?

Todo dia de manhã, quando eu morava no Buritis, em minha cidade natal (Belo Horizonte/Minas Gerais), eu acordava às 5h30 da manhã para fazer Muay- Thay com o Mestre Wesley Maxmiliano. No caminho, sempre tinha duas senhorinhas fazendo seus exercícios matinais. Eu sempre tive o costume de dar bom dia para elas. Mas teve um dia que uma delas disse: “o sorriso dele é lindo. É um pãozinho”. Saí de lá sem saber o que significava “pãozinho”, mas que deveria ser algo bom (risos).

- Embora haja vários ensaios, eu nunca vi um ensaio seu sem a camisa após a cirurgia. Tudo bem falar sobre isso?

Eu não escondo, mas trabalho com a minha imagem. E não quero me expor de qualquer jeito. Eu me cuido, para minha saúde, antes para a estética. Eu não quero me expor antes de sentir que estou pronto. Já me ofereceram ensaio para o Ego, o Paparazzo, mas eu não ia me sentir bem. As pessoas são bem curiosas e ansiosas. E muitas são intolerantes. Dizem: A cirurgia deve ter ficado assim ou assado. Mas sabem o pagode? Então "segurem ele" (risos). A cirurgia está ótima, estou me cuidando.

- Tem algo que ninguém sabe sobre você, mas que você poderia contar para a gente te conhecer ainda mais?

No período que passei recluso, em busca de me conhecer melhor, procurei fazer algo que me fizesse bem: comecei a escrever. Hoje em dia gosto de transpor meus sentimentos em palavras, me sinto mais livre. Criei um blog, excelsior.blog (veja a página no Face) onde eu e alguns amigos postamos nossos textos. Levamos mensagens de carinho, damos conselhos, e expomos nosso ponto de vista de uma forma aberta, convidamos o nosso leitor a uma experiência diferente.
"O sorriso dele é lindo, é um pãozinho". <3 td="">
- Mostra um pra gente...

Re- escrever
Re- captular
Passar a limpo, tudo o que está ( aparentemente) fora do lugar.
Muitos os que te julgam, poucos os que te entendem
Saiba lidar.

Eu escolho (estar) onde devo estar.
Eu escolho (fazer) o que devo fazer.
Eu escolho (ser) o que quero ser. O que realmente (te) importa?
O(ser) diferente
Ou
Fazer a diferença?

Dentre todas as razões que te movem, o que importa?
São as pessoas que pode conhecer e as experiências que escolheu viver. (Aprender)
A igualdade entre a afinidade e o erro, é a diferença do (ser) acerto.

É preciso ser, o que se é, agora
Sem muita pressa
Nem demora.
É preciso fazer o Bem, mas antes
Escolha( o melhor que existe em você) ser.

T. Brant

- Tem alguma mensagem que você gostaria de deixar?

Queria deixar uma mensagem para as pessoas e para os fãs, vou oferecer o melhor de mim a partir de agora. Quero me desculpar com as pessoas que atingi nos discursos do passado. Eu realmente não tinha nenhuma noção da maneira como isso iria repercutir. E a minha mensagem é uma só: amor, carinho, reciprocidade e respeito. Eu gosto do ser humano e quero que as pessoas se vejam como iguais. Por mais que a sociedade tenha a tendência a nos separar, nos rotulando, existe um sentimento em comum que nos une. Posso ser jovem mas sei qual é meu caminho, é luz. Não quero ver minha vida passar diante dos meus olhos sem saber que fiz o máximo que podia por todos aqueles que precisavam de ajuda. Que Deus me ilumine e guarde, hoje e sempre. Amém.

- Hoje, qual é o seu maior sonho?

Meu sonho é simples, não desejo nada mais que um homem qualquer desejaria. Quero ser feliz exercendo a profissão que escolhi, quero ser pai. Ter uma família e ajudar aqueles que estão dispostos a receber tal ajuda.
T. terminando a entrevista agradando muita gente. É um convite? ^^

Obs: Muita gente questionará T., pelo que ele já disse e pelo momento em que ele se revela homem trans. Mas uma coisa adianto de bastidores. Em três declarações recentes dele sobre travestis, relacionamento de homem trans e homem cis, e cirurgias, fizemos uma sensibilização via telefone e ele aceitou muito bem, entendeu os erros. Mas é importante dizer que o vídeo foi apagado por intermédio de outros homens trans com o responsável pelo vídeo. De restante, só o tempo dirá. Que T. Brant seja mais um forte aliado contra a transfobia.

Saiba mais: 
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Twitter: excelsioreal
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3 comentários

Janderson disse...

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Amei a entrevista. Ahazô Neto e parabéns pela mudança T. <3

João WalterNery disse...

Como sempre Lucon extraindo do entrevistado o que todxs queriam saber.A humildade faz parte do amadurecimento.Beleza, ele tem de sobra. Veio me procurar com o pai, pessoa simples, encantadora. Comprou comigo o Viagem Solitária. O garoto parece sincero, querendo acertar. Parabéns aos dois!

Alex - Int de SP disse...

Uma vez mostrei uma foto de T.Brand a um amigo meu gay como eu e ele disse: Ah meu sonho !!!!...E eu disse : Ah até o meu que sou mais bobo kkk. Mas tirando o lado "flertivo" acho que ele se tornou um importante representante da questão trans, não como um levantador de bandeiras, mas como alguém que se tiver algo a dizer terá a atenção dos veículos de comunicação necessária pra isso, daí a importância de dizer a realidade do universo trans de forma responsável pra que seja desmistificada uma questão ainda muito incompreendida pela sociedade. Guardo comigo um grande desejo de conhecer um homem trans-homossexual pra junto nos gostarmos e viver uma vida juntos com respeito, amor e carinho !!!

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