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Ativista Kendra Stefani pode se tornar a 1ª mulher trans eleita em Honduras


A ativista e estudante de jornalismo Kendra Stefani Jordany, 28 anos, pode ser a primeira pessoa trans a ganhar um assento no Parlamento Centroamericano, em Honduras. Ela, que é do partido Liberdade e Refundação (LIBRE), já passou pela primeira etapa.

Kendra terminou em 18 na lista de 20 candidatos ao parlamento, que ocorreu no dia 12 e março. E é a primeira trans a receber votos suficientes nesta eleição primária. As eleições gerais de Honduras estão agendadas para 26 de novembro. E ela espera continuar na votação.

“É uma realização histórica imensa”, declarou ao Washington Blade, no dia 17 de março, em entrevista feita pelo WhatsApp, em San Pedro Sula, sua cidade.

O Parlamento Centro-Americano, que faz parte do Sistema de Integração Centro-Americano, promove os direitos humanos e a estabilidade política na região. Honduras, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Panamá e República Dominicana são membros do órgão da Cidade de Guatemala.

Segundo ela, a violência e a discriminação com base na identidade de gênero continua sendo comuns em Honduras. San Pedro Sula, localizado no noroeste do país, é classificado como uma das cidades mais violentas do mundo. Em 2016, o ativista René Martinez, membro do partido nacionalista, foi assassinado. E uma ativista trans sobreviveu a duas tentativas no último ano.

Para Kendra, a solução para acabar com a discriminação e garantir o direito da população trans e intersexual é “construir alianças”. Boa sorte!

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