Pop e Art

Conheça as candidatas travestis e transexuais do Miss T Brasil 2017


O concurso Miss T Brasil 2017, que ocorre nesta sexta-feira (21), às 20h, no Teatro Santo Agostinho, em São Paulo, vai proporcionar uma noite em que a beleza da travesti e da mulher trans estejam em evidência. E escolher a coroar a mais bela pelas mãos da miss Náthalie Oliveira.

Ao todo são 30 candidatas de diversos estados, estilos de beleza e profissão, mostrando o rosto, o corpo e a desenvoltura para levar a faixa e a coroa de Miss T Brasil e tentar concorrer o concurso internacional.

Elas vão desfilar em trajes de gala, banho e mostrar talento para os diversos jurados que vão compor a mesa. Dentre eles estarão o cabeleireiro Celso Kamura, a eterna miss Dani Marques, o estilista Walério Araújo, os representantes da “Kamol” Pichet Auppajan e Dr. Danai Tanamee, a cirurgiã plástica Mayara Nogueira, a estilista Michelly X, o estilista Edson Assnar, dentre outros.

Após um ano parado - devido a morte da idealizadora e organizadora Majorie Marchi (relembre aqui) - o concurso volta neste ano com a organização da miss Rafaela Manfrini e Marcelo Bagik e mesma proposta: levar visibilidade positiva à popululação de travestis e transexuais. 


Anteriormente, as vencedoras foram Marcela Thomé (Ohio), Raika Ferraz, Valesca Dominik e Náthalie Oliveira, que conseguiram excelente colocação em concursos internacionais . Marcela chegou a ficar em primeiro lugar no Miss International Queen na Tailândia, enquanto Valeska e Náthalie foram vice. Conheça outras misses que tiveram sucesso clicando aqui.

Veja quem concorre neste ano abaixo:
































About Neto Lucon

Jornalista. É formado pela Puc-Campinas e pós-graduado em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Escreveu para os sites CARAS Online, Virgula e Estadão (E+), Yahoo!, Mix Brasil, no jornal O Regional e para a revista Junior. É autor do livro-reportagem "Por um lugar ao Sol", sobre pessoas trans no mercado de trabalho. Tem quatro prêmios de jornalismo, sendo dois voltados para as questões trans, Claudia Wonder e Thelma Lipp

2 comentários:

Blúnia Luiza disse...

Marianna Melo

Anônimo disse...

Até no mundo trans tem exclusão. Segregação social e discriminação racial, onde estão as transex pretas? O Brasil é um país de uma elite miserável mesmo.

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