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Após ser proibida, esportista trans Jessica Millamán poderá competir em hóquei feminino


Aos poucos os esportes começam a abrir as portas para as e os atletas trans. Agora chegou a vez da esportista Jessica Millamán a comemorar um direito básico: que pratique o esporte tendo a sua identidade de gênero reconhecida e respeitada. 

A decisão da 
Confederação Argentina de Hóquei se enquadra nas regras da Federação Internacional de Hóquei, que leva critérios do Comitê Olímpico Internacional.

Em agosto do ano passado, ela foi proibida de competir na equipe feminina do Germinal de Rawson (Chubut), tendo sua identidade de gênero desrespeitada. Pensando nas mudanças legais que ocorreram nos esportes, a jogadora entrou em uma batalha legal em sua província. E ganhou. 

Na Circular nº 33-2017, a Confederação afirma que “aquelas que mudaram do sexo masculino para o feminino são elegíveis para competir com as mulheres (...) desde que a atleta se declare do gênero e do sexo feminino e que a instrução não pode ser modificada por um período de quatro anos. Também estabelece critérios de níveis de testosterona”.

Agora, ela declara que tem conversado com muitas mulheres trans pelo whatzapp e que está muito feliz por ter conquistado o direito de competir ao lado de outras mulheres. “Estou feliz da vida, a cada passo feito por mim provoca uma grande felicidade. Minha luta é para que as próximas gerações não sofram o que eu sofri”, afirma.
Confederação autoriza presença de pessoas trans e traz critérios, como hormonioterapia

Devido a repercussão, a Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans convidou a atleta para participar dos Jogos Mundiais LGBT, que será realizado entre 26 de maio e 4 de junho em Miami. Parabéns!

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