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Travesti é assassinada enquanto procurava trabalho na sede do Sistema Nacional de Empregos de Fortaleza


A travesti Jeffinho Holanda Pinheiro foi assassinada na segunda-feira (08) dentro da sede do Sistema Nacional de Empregos / Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (Sine/IDT), em Itaitinga, em Fortaleza. Ela tinha 29 anos.

De acordo com a Polícia Militar, estava no Sine para deixar um currículo como cabeleireira. Dois homens chegaram à agência em uma moto, perguntaram sobre ela e a mataram com vários tiros.

A cabeleireira foi atingida nas costas e na cabeça, morrendo no local. Uma atendente que estava teve o pé atingido de raspão e foi levada ao Hospital Municipal. Após se certificarem que a travesti morreu, os dois assassinos fugiram.

Câmeras de segurança devem ajudar a polícia a localizar os assassinos. Mas até o momento nenhum suspeito foi divulgado para a imprensa. A polícia afirma que recentemente a travesti registrou um Boletim de Ocorrência por transfobia após estar em uma briga. Mas não informou se o episódio pode ter relação com o crime. 

O assassinato da cabeleireira evidencia a baixa expectativa de vida de uma travesti no Brasil, que é de 35 anos, em relação à média do brasileiro que é de 75,2 anos (IBGE). O Brasil é apontado como o país que mais mata travestis e transexuais no mundo pela ong internacional Transgender Europe.  

2 comentários

Samantha Rios disse...

Lamentável como esses " machões" de plantão se utilizam de violência contra esse grupo de pessoas. Além de serem covardes.bando de enrustidas

Anônimo disse...

Que essa barbaridade não fique impune, que esses doentes sejam presos.. que ódio dessa gente intolerante.

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