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Elza Soares diz que seu show é ato político contra racismo, homofobia e transfobia

Foto: Bruno Poppe

Elza Soares respondeu recentemente um questionamento de uma fã, que pedia para que ela não falasse política em seus shows, pois ele seria muito lindo e não comportava falar sobre o tema. Foi quando Elza declarou que o seu show em si é um ato político.

“Falo da fome, do negro, do racismo, da homofobia, da transfobia, da falta de água e da miséria. A música é um meio de comunicação, amada. Sinto muito se não te contaram ainda. Sugiro que ouça o disco”, escreveu Elza nas redes sociais.

De fato, o show “A Mulher do Fim do Mundo”, bem como sua trajetória, Elza levanta várias bandeiras e mostra que ninguém deve admitir os preconceitos e as injustiças. “Sempre procurei acabar com o preconceito, que é uma doença. Sempre quis encontrar um remédio, um tipo qualquer de medicina que acabasse com ele”, declarou.

Além de sempre dar pitacos sobre questões de políticas, ela traz nas suas letras várias músicas de empoderamento. Prova disso está na música recente Maria da Vila Matilde – “porque se a da Penha é brava, imagine a da Vila Matilde”. Além de A Carne, Benedita, Lata Dágua, A Mulher do Fim do Mundo, entre outras.

Assista ao clipe de Elza:



Vale lembrar que recentemente ela manifestou apoio ao trabalho da travesti MC Xuxu, que luta para lançar o seu primeiro álbum, Senzala. Elza escreveu: “Todo álbum é uma obra. Ser artista, negra e trans no Brasil não é para qualquer uma. Conheçam MC Xuxu”.
Sim, Elza é rainha!

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