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Vida de Luana Muniz, de “travesti não é bagunça”, vira filme A Filha da Lua

Crédito: Ana Carolina Fernandes

POR NLUCON


“A Filha da Lua”. Este é o nome do filme em formato de documentário que fala sobre a vida, obra e morte da Luana Muniz, a travesti responsável pelo bordão “travesti não é bagunça”, que virou notícia ao tirar uma foto com o padre Fábio de Mello e que disse adeus em maio de 2017.

Dirigida por Rian Córdova e Leonardo Menezes, a obra foi gravada quando Luana ainda estava viva e foi finalizado logo após a morte. Ela estreia dia 6 de julho, no Odeon, Centro do Rio, durante o Rio Festival de Gênero e Sexualidade no Cinema.

A ideia foi humanizar a pessoa Luana, que ora era tida como a Rainha da Lapa ora vista como marginal. “Se você já conhecia dos noticiários, é hora de vê-la mais de perto”, é uma das frases do trailer que acaba de ser divulgado. Para além do mito, Luana era profissional do sexo, artista, presidenta de uma ong de travestis e proprietária de um casarão que hospeda travestis na Lapa.

Todas as personagens do filme são pessoas reais que atravessaram a vida de Luana: Lorna Washington, Rosa Marya Colin, Almir França, Yonne Karr. A cantora Alcione também marca presença e conta que conheceu a artista logo após ela fazer um abaixo-assinado para maior segurança na Lapa, além de relembrar o momento em que ela pediu uma foto com o padre e causou repercussão.




“Luana tinha um brilho quase como um campo de força, que atraía e repelia”, diz uma das fontes. “Levantou muito a bandeira para outras travestis estar em cena”, soltou outra. “Ela representa genuinamente a história das travestis”, concordou. Uma das amigas afirma que ao entrar no Casarão era levada ao fascínio do (diretor Pedro) Almodóvar e quase as náuseas do (diretor Federico) Fellini.

Assista ao trailer abaixo:


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