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Meu amor de bicho! Pessoas trans mostram os animais que fazem parte e transformam suas vidas


Por Neto Lucon

Diante de um mundo tão violento, transfóbico e desigual, o carinho, a atenção e o conforto nem sempre vem por meio de outro ser humano. Mas pelos seres de quatro patas que fazem parte dele e que, mesmo sem falar, promovem uma verdadeira transformação em nossas vidas.

Quem tem um animal em casa sabe geralmente o que é demonstrar e receber carinho puro e simples. Receber um pedido de afago com a cabeça e ver uma carinha de satisfação ao receber nossos toques. Se sentir sozinho e uma receber companhia com grandes olhos carinhosos...

Especialistas dizem que ter um animal em casa ajuda no alívio do estresse, redução da pressão arterial, combate a depressão, elevação da autoestima, liberação de hormônios da felicidade, incentivo à prática de atividades físicas, diminuição da solidão e senso de responsabilidade. Até porque eles requerem cuidados, amor e atenção em troca.

Após uma postagem sobre um filme sobre animais, que gerou muitos comentários, o NLUCON convidou pessoas trans que amam, cuidam e que recebem muito amor de seus animaizinhos para falar sobre esses contatos únicos.

* Vale lembrar que maus tratos, agressão e violência animal – que tanto vemos nas redes sociais - é um crime ambiental de acordo com o artigo 32 da Lei nº 9.605, de 1998, com pena de detenção de três meses a um ano e multa. Caso veja ou saiba de situações de maus tratos denuncie! Saiba como fazer clicando aqui.

“PITÚ ME AJUDOU A SUPERAR EX-AMOR”
Pitú é filha de Cibele
“Minha filha Pitú apareceu em um momento difícil, no qual me ajudou a superar a ausência de um ex-amor. Amor, este, que durou dois anos e dois meses. Certo dia, logo após o término do relacionamento, estava eu, fumando um cigarro na calçada de casa e ela me aparece, just like na angel, e não saiu mais de perto de mim. Trocamos carinho uma na outra e, quando levantei e segui para entrar em casa, ela me acompanhou. Desde então nunca mais saiu de perto de mim. Ela tem cinco meses e todas as manhãs eu acordo com o seu carinho e calor. Gatos tem sentimentos, sim! E são os meus melhores companheiros, sem dúvidas. Amo, amo e amo minha filha” – Cibele Louise.





“EM ALGUNS MOMENTOS FOI A ÚNICA QUE ME FEZ SENTIR VIVO”
Miyuki faz parte da vida de Matheus
“Essa é a Miyuki, ela apareceu na minha vida quando eu era pivete e cresceu comigo. Deve estar com uns oito anos. EU lembro quando ela cabia na palma da minha mão pequena. Já li em alguns lugares que ter a companhia de um animal diminui os riscos de depressão e problemas do coração. No meu caso, ela foi aquela mãozinha amiga que eu precisava em muitos momentos da minha vida em que me sentia só. Eu chego, ela está me esperando na porta, eu entro e ela pula até eu pegá-la no colo Caso contrário, ela não para. Ela me acorda de madrugada só para ganhar um carinho. Eu amo essa bolinha de pelo. Muito, por todo o carinho que já senti vindo dela e que já senti por ela. Em alguns momentos foi a única coisinha que me fez sentir vivo” – Matheus Raphael





“MEU REFÚGIO NESSE MUNDO INTOLERANTE”
Agatha encontrou amor e proteção
“Amo meus pitbulls, eles são meu refúgio nesse mundo tão intolerante. Por meio deles achei o amor e a proteção ao mesmo tempo. Esses aí da foto são meus netinhos fofos, filhos de Raya e Ray, meu casal de pitbull albino – Agatha Lima.





"RESGATEI DOIS GATOS DA RUA"
Roberta resgatou gatos da rua
“Meu pai nunca deixou eu criar animais, depois que tive casa própria pude criar e amo animais. Tenho dois filhos resgatados da rua que são tudo para mim. Cuido desde quando eles eram pequenos e são minha vida. E ainda tem 23 gatos de rua que alimento e cuido em outro local, e três cachorros de rua. Tive um cachorro também, mas infelizmente ele faleceu. Sinto uma falta enorme dele. Ainda guardo seus objetos de brincar em uma caixinha” – Roberta Conrado.





“ELA DESPERTA A FELICIDADE”
Kauan estava desanimado, até conhecer Mel
“Na foto está eu e Mel, minha cachorrinha e filha adotiva. Ela apareceu em um momento em que eu e minha noiva precisava muito, pois eu vivia sem ânimo para nada. Então adotamos a Mel. Ela é hoje o nosso bebê. A felicidade que temos ao chegar em casa após um dia de trabalho cansativo, enfrentar o mundo lá fora, que não é nada fácil, e estar com ela torna tudo mais alegre, feliz e colorido. Mel tem quatro meses e praticamente me acompanha em tudo. A minha família se diverte com a presença dela, principalmente meus avós. Ela é uma diversão para todos, pois é muito amorosa, brincalhona, obediente, respeitosa e sabe seu limite. Já sabe até onde fazer as suas necessidades. Tenho muito o que agradecer por ela despertar tamanha felicidade em meu viver” – Kauan Gaspar.





“FOI ELE QUE ME ESCOLHEU”
Thomas e gatinho Salim
“Salim é um gatinho de seis anos que apareceu na minha vida na socialização feminina, quando tinha me assumido como lésbica. Desde então vive comigo, passando também pelo depois da transição. O conheci quando uma colega de classe estava doendo os gatinhos que a data dela pariu. Como soube que Salim era o certo? Ela fechou a porta e soltou todas eles que estava na caixa. Alguns andavam dispersos, outros somente me cheirava e iam andar. Ele escalou meu corpo e veio parar no meu ombro. Ele me escolheu” – Thomas Oliveira Silva.




"MEU GATO É TRANS"
Johi e o gatinho Calvin


“Calvin é um gato com um gosto peculiar. Gosta de muito carinho (como a maioria), é bem ciumento e, se outro gato estiver perto, ele se emburra e vai deitar bem longe de mim. Muito pirracento. Também é bem nervoso, não gosta muito de brincadeiras. Não pula como a maioria dos gatos e é bastante atrapalhado. Sempre que vai pular no portão, escorrega e cai em cima de alguém (risos). Apesar de ser todo marrentinho, quando estou prestes a dormir, ele pula na cama e vai para debaixo do cobertor, dormir bem colocado em mim. Se eu durmo até meio dia, ele dorme também. Por baixo de todo nervosismo e ciúme, ele é muito sentimental. Se estou triste e sento na escada, ele vai para lá e deita no meu colo. Se eu ficar sentado na calçada, em frente ao portão, ele senta do meu lado. Adotei o Calvin pequenininho, com uma pessoa que estava doando gatos. Ele era o mais irritado e pensei que seria um bom caçador para afastar os ratos do quintal. Dei o nome assim que o peguei. Ao longo do tempo percebi que se tratava de uma fêmea. Bom, eu sempre o vi como macho e assim permaneceu. Todos os respeitam como ele é, o Calvin. Ele me surpreendeu, me dominou e hoje sou eu que o protejo de tudo. Ele tem apenas três anos, dois filhos e espero que ele viva por muitos anos”, Johi Farias.




“PARECE QUE OS ADOTEI HÁ ANOS”
Lilica e Meg: relação recente que parece de anos

“Tenho uma gatinha e um gatinho: a Lilica e o Pixote. Adotei de uma amiga trans. Eles têm em torno de três meses e estão comigo há pouco mais de um mês, mas parece que os adotei há anos. São as melhores companhias do mundo. Estão sempre comigo por todos os cantos do apartamento e me acordam com as lambidas no nariz. Por causa deles diminuí a quantidade de viagens e não me arrependo. São muito, muito, muito carinhosos. Estou adorando” – Megg Rayara Gomes de Oliveira.



"LILLY É MINHA COMPANHEIRA DE VIAGEM"



“Eu e minha filha Lilly. Ela tem cinco anos e é um yorkshire toy. Tem 2 kg, eu a comprei e hoje falo que é minha filha. Ela dorme e come sempre comigo. É minha companheira de viagem e está sempre juntinha comigo. Temos um amor incondicional” – Giovanna Nunes.




"ELE JÁ ME RENDEU UM BOY"
Coração apertado ao se separar
“Meu Bolinha está comigo há dois anos e meio. Quando ele vai ao petshop e tenho que deixá-lo, porque não posso esperar, me dá sempre um aperto no coração. É nessa ausência que eu sinto o quanto gosto do meu pestinha. Ele late por qualquer coisa. Se um dia tivermos que mudar para um apartamento eu estou ferrada. Ele é muito apegado à minha mãe e a profissional que faz faxina em casa. Aliás, nos dias de faxina nem adianta clamar atenção dele. Ele só tem os olhos e o focinho para ela. Tê-lo comigo me trouxe certa segurança emocional, pois tive que aprender com as responsabilidades de ter um bichinho. Ele já me rendeu um boy nesses passeios da vida (risos). Pretende aumentar a prole. Quero ter quatro cachorrinhos. Ele é o primeiro. Bolinha, te amo muito seu peste!” – Alexia de Oliveira




“QUANDO ESTOU CHATEADO ELE SENTE”
O nome é Igor, mas o apelido é Mingau
“Esse é meu filho Igor, mais conhecido como Mingau! Ele nasceu aqui em casa. Sempre quando estou chateado com algo, parece que ele sente e fica com o corpinho dele grudadinho no meu (risos). Quando tô aqui no quarto sozinho ele bate na minha porta até que abrir para ele. Eu amo esse Mingau com canela!” – Leonard Maulaz.

TEMOS OUTROS 11 ANIMAIZINHOS QUE DEVEM MIAR, LATIR E APARECER POR AQUI NOS PRÓXIMOS DIAS. FIQUE DE OLHO!

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