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Conheça Paulinha Lopes, a cantora travesti que brilha em Pernambuco e que vai conquistar você


Por Neto Lucon 

“A história de lacrar menos não combina comigo”, declara a cantora travesti Paulinha Lopes, de 33 anos, aos fãs que a acompanham nas redes sociais. Trata-se de uma artista talentosíssima que faz sucesso e brilha em Pernambuco. E que tem tudo para conquistar você e o Brasil.
Paulinha em sua nova fase

Com voz poderosa, cheia de ritmo e energia, Paulinha esteve por oito anos na famosa banda Takitá e desde o carnaval de 2017 faz parte da Banda É Massa. Ela soma cinco discos gravados, um DVD e incontáveis shows. 

Durante muito tempo, foi conhecida como uma cantora do estilo brega de voz feminina e com nome masculino. No último ano, passou a cantar um pouco de tudo e a viver sua verdadeira identidade de gênero. Por onde quer que passa, faz o público dançar e se emocionar.

Uma das músicas de maior sucesso na sua voz é “Tudo Acabou”, “Pode Sofrer”, “Espaços e Vazios”, “Choveu Pra Você” e "Matimba", que caíram na boca do público.


A artista é sempre convidada para programas de TV, como o Tarde legal e Conexão Glacê (Nova Nordeste), e demonstra ter extrema afinidade com a arte de cantar, dançar e interagir com o público. Isso fica ainda mais evidente nos shows que a artista apresenta em todo o território nordestino.

Assista ao clipe da música "Tudo Acabou":
(soma quase 50 mil visualizações)




DE DANÇARINA A CANTORA

A carreira de cantora começou como uma brincadeira. Em 2008, ela era dona de uma loja de roupas e dançava em uma banda de brega. Nos bastidores, vivia cantando sem compromisso e recebia elogios das pessoas. Porém, não acreditava que teria uma oportunidade.

Demorou três anos até que a banda Takitá a contratou para substituir outra vocalista em um freelance. Após a experiência positiva, foi convidada para entrar de uma vez para a banda. “Comecei como uma brincadeira e um aviso de Deus mesmo. Nada é por acaso e, então, aqui estou”. 

Ela admite que no início teve receio de ser rejeitada pelos fãs e amigos por ser uma artista travesti em um espaço marcado pelo conservadorismo. Foi por esse motivo que chegou a usar um nome masculino até 2016.

“Mas sempre fui Paulinha, demorei para falar porque aqui no nordeste as coisas são muito complicadas. Ainda mais quando sua família é do interior nordestino e acaba sendo mais complicado entender certas coisas. Mas minha profissão vem se expandindo e eu não poderia continuar mais como antes”, explicou a cantora. 

Assista apresentação no Programa Tarde Legal:



TALENTO ACIMA DO PRECONCEITO


Paulinha afirma que o lado artístico sempre falou mais alto em sua trajetória profissional. E defende que o público, mesmo que tenha algum preconceito pelo fato de ser uma travesti, sempre a acolheu e demonstrou carinho.

“Comigo o respeito sempre esteve em primeiro lugar. O fato de ser artisticamente conhecida ajudou muito e vem ajudando sempre. Tenho desde crianças que acompanham até adultos. Graças a Deus o contato é diário e vira e mexe recebo uma demonstração de carinho”.

Com a carreira em ascensão, ela diz que grande parte do seu público é nordestino, mas que está conseguindo quebrar todas as barreiras - seja ela pela questão territorial, do estilo musical e também pela sua identidade de gênero. 

“Só pela força da internet consegui chegar a alguns estados. Tenho muuuuita coisa pela frente aqui ainda. Acredito em um Deus que permitirá novos horizontes em breve”, afirma Paulinha. Nós também acreditamos que não há limites para esta artista!

2 comentários

Jailson Rodrigues disse...

Ela é Sucesso por onde passa #Paulinha Amamos ki só <3

gleyce paulino disse...

Minha Paulinha sou fanzissima dela adoro o você eu gosto que só ❤❤❤❤

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