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Corte rejeita proibição de Trump sobre militares trans nas Forças Armadas


Por NLUCON

Donald Trump bem que tentou proibir a presença de pessoas trans nas Forças Armadas, mas a juíza federal Colleen Kollar-Kotelly, de Washington, bloqueou na segunda-feira (30) a proibição do presidente dos EUA.

A juíza ordenou o "retorno ao status quo", ou seja, que a medida do ex-presidente Barack Obama continuasse. Isto é, que as pessoas trans podem ser aceitas como militares a partir de julho de 2017.

Colleen afirmou que a proibição não foi "apoiada em nenhum fato" e que "as circunstâncias incomuns acerca do anúncio do presidente" pesaram na decisão.

O anúncio foi feito em junho pelo Twitter, "sem qualquer formalidade ou processo deliberativo que geralmente acompanha o desenvolvimento e anúncio de grandes mudanças em políticas que vão afetar gravemente a vida de muitos americanos". Na época, Trump chegou a falar sobre os altos gatos com cirurgias do "processo transexualizador", mas faltaram dados.

Diversas pessoas saíram às ruas dizendo que a decisão foi altamente preconceituosa e que desrespeitava os direitos humanos das pessoas trans. Artistas como Sia, Rita Ora e Tatiana Maslany fizeram manifestações nas redes sociais. E um grupo de militantes trans entrou com um processo em agosto para tentar bloquear a restrição.

Estima-se que há entre 1.320 e 15.000 pessoas trans nas Forças Armadas norte-americanas de um total de 1,5 milhão de soldados. Até o momento, Trump não se manifestou. 

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