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Gal Gadot comenta rumor de que não faria “Mulher-Maravilha 2” com diretor acusado de assédio


Por NLUCON

A atriz Gal Gadot comentou ao site ET sobre os rumores de que não quer participar de Mulher-Maravilha 2, caso o diretor e produtor Brett Ratner participe do filme. Ele foi acusado de assédio por pelo menos sete mulheres – dentre elas, as atrizes Olivia Munn, Natasha Henstridge e Ellen Page.

A atriz não confirmou se teria pedido para tirarem Brett – responsável por co-financiar a produção do primeiro filme – caso contrário ela estaria fora, mas admitiu que as pessoas sabem quais são seus sentimentos sobre o assunto. “Há muitas pessoas envolvidas na produção do filme e que ecoam do mesmo sentimento”.

Nos rumores, uma fonte da Warner teria dito ao New York Post que a atriz achava impossível atuar em um filme que fala sobre empoderamento das mulheres sendo co-financiado por um homem acusado de má conduta sexual.

Um representante da Warner declarou ao site Business Insider que a história não procede, uma vez que Brett não estará envolvido na produção de Mulher-Maravilha 2. A empresa em que ele é sócio, a Rat-Pac, que co-financiou o primeiro filme, não está creditada na sequência do longa dirigido por Patty Jenkins nos cinemas.

A diretora declarou a decisão de não incluir a empresa de Brett ocorreu há algumas semanas e que não tem relação com as opiniões de Gal. Patty pontuou: "Essa foi uma conclusão inevitável”. Vale dizer que Ratner terá seu contrato expirado com a Warner logo após o lançamento de Rampage – Destruição Total, no dia 18 de abril de 2018.

Com toda a repercussão sobre a possível saída de Gal, a continuação de "Mulher-Maravilha" teve a sua estreia adiantada em seis semanas. Ela estava marcada para chegar aos cinemas no dia 13 de dezembro de 2019, mas agora foi reagendada para o dia 1 de novembro de 2019.



Gal Gadot diz que as pessoas sabem o que ela pensa sobre as acusações de assédio de Brett Ratner

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