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#ContrateDJsTrans: V.I.C.K investe na música eletrônica e leva público "aonde a mente quiser"


Por Neto Lucon


Vick Leão, mais conhecido como V.I.C.K, sempre foi apaixonado por música em suas várias vertentes. Tanto que já esteve em diversas bandas, antes mesmo de passar pela transição de gênero e ir para Recife. Nos últimos anos, vem transformando sua paixão em profissão. Ele é DJ.


Alagoado radicado em Pernambuco, V.I.C.K conta que desde que decidiu trabalhar nas picapes há quatro anos não queria ser mais um aventureiro na área. Ele procurou se profissionalizar, estudar e pesquisar. Realizou cursos com os DJs Eleva (Mcz) e Adriano Soares e logo começou a galgar seu espaço.


No bate-papo com o NLUCON, ele fala com propriedade sobre cada estilo de música que toca: passa pelo depp house, house, techouse, techno e brasilian bass. "Esta última é uma vertente nascida aqui mesmo no nosso país, que ficou conhecido por meio do DJ ALOK", explica.


Com o novo projeto, V.I.C.K. já se apresentou nos clubes Metrópole, Ursa Bar, Maracaípe Beach e outras festas LGBT. E afirma que tem conseguido driblar a transfobia e mostrar somente o lado profissional. "Ser trans ou não não muda o fato de eu ser um profissional DJ", garantiu.


Confira bate-papo:

- Como você define o seu som?


Esse meu novo projeto, como V.I.C.K, é mais recente. Estou mais introduzido no meio da vertente que eu gosto muito e que varia entre o Depp House, House, Techouse, Techno e Brasilian Bass. Esta vertente é nascida aqui mesmo no nosso país e que ficou muito conhecida por meio do DJ ALOK.

- O que não pode falar no seu set?

Hoje estou mais voltado para a música eletrônica, para o Low BPM (Baixa Frequência). Mas o que não pode falar em meu set são músicas que te levem para onde sua mente quiser. Muito low bpm. Aproveitando já vou abalar esse meu set aqui nas duas plataformas para DJs do mundo inteiro, o MixCloud e o SoundCloud.


- Você contou que sempre foi apaixonado por música...

Tudo começou em Maceió, minha terra Natal. Sempre gostei muito de música eletrônica e música em geral. Já tive banda e já participei de outras quando mais novo, antes da minha transição. Sempre gostei do meio da música, comunicação e eventos.


- Como começou a carreira de DJ?

Já tem um tempo, uns quatro anos. Porém nesse período eu estudei bastante, pesquisei, fiz cursos com dois profissionais excelentes, o DJ Eleva (Mcz) e Adriano Suares.

- O fato de ser um homem trans influencia de alguma forma sua carreira?

Ser trans não faz diferença, não para mim. Eu foco muito em agradar o público, soltar músicas boas e ser reconhecido. Ser trans ou não, não muda o fato de eu ser profissional DJ.

- Atualmente é residente de algum clube?

Aqui em Recife estou conquistando aos poucos meu espaço. Já toquei no Clube Metrópole, Ursa Bar, Maracaípe Beach e em muitas festas LGBT.


- Quem quiser te contratar, onde te encontra?

Para me contratar e me chamar para abalar esse sound CremeDelaCream em seu evento é só me catar pelas redes sociais. Victório Leão (Vick) no Facebook, e @djvickleao no Insta.

* V.I.C.K é o terceiro do DJ perfilado na campanha #ContrateDJsTrans. Confira a lista completa clicando aqui.

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