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Lutador trans Mark Beggs segue obrigado a lutar contra mulheres e tendo vitórias questionadas


Por NLUCON

Conforme o NLUCON divulgou no último ano (clique aqui), Mark Beggs, de 18 anos, segue causando debate nas competições de luta greco-romana em escolas do Texas, nos EUA. Tudo porque ele – que é um homem trans - vem sendo obrigado a lutar contra mulheres, ao mesmo tempo em que tem suas vitórias questionadas.

Do início ao final da competição contra estudantes mulheres do ensino médio, Mark venceu todas as lutas, se tornando invicto. No último sábado (24), ele venceu Chelsea Sanchez em uma escola próxima de Dallas, e reascendeu o debate.

Sua presença na competição e vitórias geraram debate e há quem deslegitime o resultado, afinal é um homem que recebe tratamento hormonal com testosterona em uma competição contra mulheres cis.

O que poucos sabem é que Mark também pediu para competir na equipe masculina. Porém, foi proibido pela organização, que se pautou no regulamento das escolas públicas do Texas que obriga que pessoas participem das competições baseadas no seu genital. Houve até uma medida judicial para que ele não participe da equipe masculina.

A mãe do lutador, Angela Mecnew, minimiza as críticas e diz que a vitória dele tem mais relação com habilidade e disciplina que com a força. “As pessoas pensam que Beggs está batendo em meninas. As garotas com quem ele luta são oponentes difíceis”, declarou.

Em entrevista ao ESPN no último ano ele afirmou que os políticos dos Estados Unidos devem dar mais atenção para a presença de pessoas trans no esporte. E não fazer com que elas simplesmente desistam do esporte. “Eles deveriam mudar as leis e me ver lutando com os meninos. Porque eu sou um menino. E isso faz muito mais sentido”, afirmou. Atualmente, o atleta não está dando declarações. 

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