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Casal trans! Capitã Hannah Winterbourne e ator Jake Graf se casam em Londres


Por NLUCON

Hannah Winterbourne
e Jake Grafe se casaram na última sexta-feira (23) no Town Hall de Chelsea, em Londres. Ela é uma mulher trans de 31 anos que ficou conhecida por atuar como capitã do exército britânico. Já ele é um homem trans de 40, famoso pela carreira de ator.


O badalado casamento teve a cobertura da grande mídia – ainda que muitas utilizaram de expressões transfóbicas – e a presença de amigos e familiares próximos. Para eles, a intenção de divulgar a união foi quebrar preconceitos e inspirar.

Hannah diz que se sentiu em um filme da Disney. “Cresci assistindo aos filmes da Disney e sempre havia uma linda mulher em um belo vestido. Mas isso era um sonho impossível”, declarou ao The Sun. Ela foi vestida pelo famoso designer Ian Stuart e estava deslumbrante.

Para Graf, que contou com o look do estilista Joe Woolfe , a cerimônia foi “absolutamente mágica”. “Nós dois choramos quando ela entrou. Tivemos duas belas leitores e fizemos votos simples. A cerimônia foi adorável e fizemos menção à minha herança judaica”, afirmou ao Pink News.

Os convidados doaram flores, bolo e, ao invés de presenteá-los, contribuíram para o fundo de aluguel. “Foi um dia verdadeiramente alucinante”, declarou o noivo, que se prepara para passar a lua de mel em Tel Aviv, em maio.

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MAIS SOBRE ELES


Hanna entrou para o exército aos 20 anos, quando ainda obrigada a se apresentar no gênero masculino - o gênero atribuído no nascimento.  Cinco anos depois, após a missão no Afeganistão, ela resolveu dizer ao mundo a mulher que é. Durante esse processo, conheceu Jake.

Trata-se de um ator que teve destaque no filme “A Garota Dinamarquesa”, contracenando com Eddie Redmayne. Ele também é trans - no seu caso, foi designado mulher ao nascer, mas se identifica com o gênero masculino e é um homem. Há 11 anos vivencia a sua verdadeira identidade.

Desde quando começaram a namorar, o casal tornou-se popular no Reino Unido. Eles afirmam que o objetivo de falar sobre suas trajetórias é inspirar que mais pessoas trans possam se compreender e encontrar coragem para também passar pela transição de gênero.

Sobre a vida de casal, Graf minimiza: “Somos exatamente iguais aos outros, com nossas falhas e altos e baixos, mas um pouco diferentes”. Ele afirma que um dos momentos mais estressantes foi o pedido de casamento. “Levei umas duas horas antes de ter coragem de me ajoelhar”.

A coragem, a luta e o amor valeram a pena. “Agora, tenho essa linda esposa capitã do Exército e estou muito feliz”. Felicidades aos dois!

Um comentário

Dio Ferreira disse...

Podia ser eu e minha ex, mas ela preferiu um cis...

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