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1ª Marcha do Orgulho Trans de SP terá Mulher Pepita, Leona Vingativa e Johnny Hooker


Por NLUCON

A 1ª Marcha do Orgulho Trans da Cidade de São Paulo ocorre nesta sexta-feira, 1, às 14h, com centração no Largo do Arouche, centro de São Paulo. Ela é organizada pelo [SSEX BBOX] e promete juntar vozes para dar visibilidade e representatividade às demandas da população das travesti, mulheres transexuais, homens trans, não-binários, queer e demais transgeneridades.

Além da manifestação política, os presentes contarão com performances artísticas de referências do segmento. Estão confirmadas Mulher Pepita, MC Xuxú, Leona Vingativa, Tiely Queen, MC Dellacroix, Erick Barbi, entre outros.

A Marcha começa às 14h, com a DJ Leda Martins embalando o som da concentração. Logo após, às 15h, a rapper Natt Maat canta para o público as músicas e composições sobre uma mulher trans negra e periférica. Às 15h30, haverá uma cerimônia para lembrar a data do TDor, Dia da Lembrança Transgênero, que homenageiam as vidas que foram tiradas pela transfobia. O momento será de silêncio e reflexão.

Às 16h, o cantor Erick Babi canta algumas de suas músicas, seguido de Mc Dellacroix e Tiely Queen. Às 17h30, o som fica por conta da DJ cis Júlia Rosemberg, que é coordenadora do [SSEX BBOX] Brasil. Às 18h, MC Xuxú embala os seus maiores hits, bem como Um beijo. Às 18h30, Johnny Hooker se apresenta e, logo em seguida, é a vez das artistas Leona Vingativa (19h) e Mulher Pepita (19h30) finalizarem a Marcha.

O site destaca a presença de nomes da militância trans, bem como Jaqueline Gomes de JesusSymmy LarratNeon Cunha e Alícia Krüger.

Na justificativa para criar a Marcha dois dias antes da Parada do Orgulho LGBT e de firmar outra data de "Orgulho" além do Dia Internacional do Orgulho LGBT, comemorado no dia 28 de julho, a comissão organizadora defende que há uma defasagem representativa, discursiva e política histórica na luta pelas pessoas trans. Para ela, "homens brancos cisgêneros homossexuais têm privilégios que os colocam na frente dos movimentos, enquanto as travstis e mulheres transexuais pretas que vivem nas periferias das metrópoles ou no interior do Brasil mal conseguem se articular socialmente para a compreensão da sua própria humanidade".


Segundo a organização, a Marcha do Orgulho Trans de São Paulo surgiu da necessidade de visibilidade, representação e atenção à pauta da população não-cis, que sofre diariamente com a discriminação, direitos negados, violência e descaso. "Afim de diminuirmos esses problemas e sonharmos com um futuro livre para todes, nasce então a Marcha para celebrarmos a vida e gritarmos em voz uníssona que somos seres humanos completos e que também somos uma das mais de 7 bilhões de outras possibilidades de existência no mundo", informa a nota.

SERVIÇO:
1ª Marcha do Orgulho Trans da Cidade de São Paulo
Dia 01/06/2018
Concentração: às 14h, no Largo do Arouche, São Paulo

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