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GLAAD reivindica que 20% dos filmes de Hollywood incluam personagens LGBTQ até 2021


Por NLUCON

O grupo internacional de defesa LGBTQ Glaad divulgou na última semana, em seu mais novo relatório de Índice de Responsabilidade dos Estúdios, que houve uma baixa na representatividade da população LGBT em Hollywood desde 2012.

Ou seja, dos 109 lançamentos de sete estúdios somente 14 (12,8%) incluíram personagens LGBT. É por isso que eles lançaram um comunicado em que pedem que haja um aumento de personagens LGBT nos próximos anos.

A presidenta do grupo, Sarah Kate Ellis, pediu que 20% dos lançamentos anuais de Hollywood incluam uma personagem lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer até 2021. “É hora de histórias LGBTQ serem incluídas na conversa”, declarou ela. A intenção é que a taxa seja elevada para 50% da produção até 2024.

Apesar da baixa representatividade, a GLAAD elogiou as iniciativas de filmes como “Uma Mulher Fantástica”, vencedor chileno de “melhor filme estrangeiro” com a atriz transexual Daniela Vega, e “Me Chame Pelo Seu Nome”, que retrata uma história de amor gay, que levou o Oscar de “melhor roteiro”. Houve também um personagem gay em A Bela e a Fera, da Disney.

Eles frisam que não há mais desculpas para dizerem que não há “apelo global” para abordar grupos e pessoas em suas obras. E apontam para o sucesso de filmes como “Mulher Maravilha” e “Pantera Negra”, que destacou mulheres e negros, e conseguiram atrair bilheterias históricas e mostrando a importância da representatividade.

Assista ao trailer de "Uma Mulher Fantástica" e "Me Chame Pelo Seu Nome":



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